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PROAIR/SEA atrasa pagamento da periculosidade e categoria para

A paralisação iniciou a partir das 5h desta sexta-feira (6)

Trabalhadores na PROAIR/SEA do Aeroporto Internacional de Guarulhos iniciaram paralisação a partir das 5h na manhã desta sexta-feira (6).
O motivo foi o não pagamento do adicional de periculosidade retroativo aos meses de março, abril e maio que deve ser pago na folha de pagamento do dia (6). Os valores dos três meses equivalem a cerca de R$ 1010 para quem trabalha na jornada de 6 horas e R$ 690 para a carga de 4 horas. “A empresa nos informou que 50% dos trabalhadores já receberam e os demais receberão durante o dia. Eles alegaram que tiveram problemas técnicos com os bancos que operam”, relata o diretor do Sindicato e Agente de Proteção na PROAIR, Ademar Oliveira Lima.

O sindicalista disse que o protesto continuará até que a gerência da PROAIR/SEA assuma o compromisso de não retaliar o movimento dos trabalhadores e também de não descontar o dia de trabalho.
O pagamento retroativo do adicional de periculosidade beneficiará 300 trabalhadores na empresa.

Laudo
Ainda faltam receber o direito à periculosidade 10  APACs distribuídos no DHL (área restrita que armazena cargas químicas, perigosas ou não), no Terminal de Cargas do Aeroporto (TECA), responsáveis pelas cargas  nacionais e internacionais, e 21 mecânicos do GSE (área onde ficam os equipamentos das aeronaves) e do pátio de manobras.

O dirigente do SINDIGRU/CUT informou que a empresa recebeu um laudo técnico para analisar a viabilidade de pagamento para estes trabalhadores. “Eles disseram que nos posicionarão na próxima semana. Estes companheiros também têm direito e vamos lutar para que eles recebam”, ressalta.

Retroativo de 5 anos  
Tramita na Justiça do Trabalho uma ação do Sindicato que reivindica o pagamento do adicional de periculosidade retroativo ao período de cinco anos, como determina a legislação. “Temos a primeira audiência marcada em outubro. Nesta ação, todos os aeroviários na PROAIR/SEA, destacando os companheiros na limpeza, estão contemplados”, finaliza Ademar Lima.

Viviane Barbosa, da Redação do Sindigru/CUT

 

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