SP: 21º Grito dos Excluídos reúne 10 mil pessoas na capital paulista

Em defesa da democracia, trabalhadores no campo e na cidade, criticaram ajuste fiscal e defendem que os ricos paguem as contas

Publicação: 08/09/2015
Foto: Vanessa Ramos - Baixar Imagem

Como em outros atos que os movimentos sociais realizaram neste ano, a defesa da democracia, dos direitos e de políticas públicas também deu o tom do 21º Grito dos Excluídos, nesta segunda-feira (7), em São Paulo.

Na capital paulista, a mobilização reuniu cerca de 10 mil pessoas que, mesmo sob chuva, caminharam desde a Avenida Paulista até o Monumento às Bandeiras, próximo ao Parque do Ibirapuera, com gritos contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. A marcha cobrou, ainda, reforma política no país por meio de uma Constituinte exclusiva.

Essas mesmas bandeiras devem estar presentes em um Dia Nacional de Lutas, que a Frente Brasil Popular agendou para o próximo dia 3 de outubro.

O coordenador Estadual da Central de Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, lembrou justamente do lançamento dessa frente no último sábado (5), em Belo Horizonte, que reuniu mais de dois mil militantes, e reforçou que o apoio à presidenta da República não é um cheque em branco. “Defendemos Dilma, mas não concordamos com a política de austeridade fiscal que penaliza os trabalhadores e a população de mais baixa renda”, disse.

Para a secretária de Políticas Sociais da CUT São Paulo, Kelly Domingos, o Grito dos Excluídos representa a indignação da população contra figuras que emergem como personagens do retrocesso no país. “Nesse cenário de ajuste fiscal, ainda temos o Cunha, que impõe uma agenda de retirada de direitos com diversas manobras que prejudicam a classe trabalhadora”, aponta.

Representante do Levante Popular da Juventude, Pedro Freitas reforçou que a marcha deste 7 de setembro serviu para lembrar ao governo que já passou da hora de mudar. “Cobramos uma mudança na política econômica porque são os ricos que devem pagar a conta. Não aceitamos os cortes da forma como vem sendo feitos. Queremos maior participação popular, que só acontecerá com reforma política popular, a partir de uma assembleia constituinte”, propôs.

Já o secretário Geral da CUT São Paulo, João Cayres, defendeu que ajustes mesmo devem ocorrer na forma como o Estado tributa a população. “É preciso fazer um ajuste fiscal junto aos bancos, garantir um imposto territorial rural coerente e regulamentar o imposto sobre grandes fortunas. Este é passo que esperamos do governo”, disse.

Da CUT/SP

Comunicação do SINDIGRU/CUT

Jornalista Responsável: Viviane Barbosa Mtb-28121
Redatora: Vanessa Barboza Mtb-74572
Mídia Consulte: 55 + (11) –3136-0956 - 9+6948-7449
Redação: jornalismo@midiaconsulte.com.br


Últimas Notícias

Final de ano: Sindicato prepara sorteio das pousadas para associados

22/10/2018 - Destaque

Interessados devem entrar em contato no Sindigru até o dia 12 de novembro

GRU Airport reconhece truculência de agentes de seguranças em reunião com Sindigru

03/10/2018 - Destaque

Diretores da Concessionária pediram desculpas e reforçaram que os seguranças podem abordar,mas qualquer atitude suspeita deve ser informada às autoridades policiais

Seguranças do GRU Airport agridem trabalhadores e passageiros, denuncia Sindicato dos Aeroviários

26/09/2018 - Destaque

Sindicato pede à Concessionária que se manifeste sobre tais condutas lamentáveis para sociedade

Confira as principais reivindicações dos aeroviários

21/09/2018 - Destaque

O Sindigru lutará pela reposição da inflação integral acrescida de ganho real de 2%; 10% nos demais itens econômicos e pela melhoria e inclusão de cláusulas sociais que melhorem as condições de trabalho, saúde, proteção, segurança e assegurem qualidade de vida

+

Convênios

Campanha Salarial

Fotos

Paralisação no GRU Airport contra demissão arbitrária de dirigentes do Sintaag

Vídeos

Facebook